quarta-feira, 9 de abril de 2014
A Luz & as Sombras
segunda-feira, 24 de março de 2014
Anne
é uma das raras pesquisadoras a trabalhar sobre arqueologia funerária na
Amazônia. Seu trabalho trata das práticas funerárias de sociedades passadas usando
conceitos da bioantropologia e fontes etnográficas. As fontes etnográficas não
podem ser vistas como evidência direta das sociedades antigas, no entanto, elas
permitem abrir perspectivas interpretativas dos pesquisadores que encontram
esses vestígios. Apesar da preservação precária dos ossos em áreas tropicais, o
trabalho de Anne tem o mérito de usar ao máximo todos os meios para dar conta
da relação entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos nos tempos passados.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Desde
o final do século XIX, as pesquisas de campo desenvolvidas pelo diretor do
Museu Paraense de Belém, Emílio Goeldi (1859-1917), ajudaram a divulgar a
cultura Aristé, chamada também Cunani, o nome da região amapaense onde foi
encontrado o sítio arqueológico. As características da cerâmica e das
estruturas funerárias que a abrigam permitiram dar a conhecer este patrimônio
arqueológico da foz do Amazonas, tanto como as culturas Maracá e Marajoara.
São
certamente as urnas antropomorfas as mais representativas desta cultura
arqueológica hoje em dia. Além da grande variedade de decoração pintada e da
presença de apliques representando traços e membros humanos, a presença de
perfurações na base de algumas delas ainda desafia os investigadores.
Segundo
Goeldi (1905 : 24), essa última característica deve « ter tido o seu
fim especial » e adiciona em nota de rodapé que « se se tratasse de
um objecto ceramico de uso domestico, julgar-se-ia, que a bandeja e os
alguidares perfurados poderiam ter servido á certo fim culinario ».
Entretanto,
Goeldi (1905 : 24) tem duas hipotes principais : a primeira é que os
furos foram feitos para permitir que os insetos necrófagos acessassem o
interior das urnas. No entanto, ele não está totalmente convencido porque,
segundo ele, no sítio arqueológico em questão, nenhuma dessas vasilhas está
fechada com tampa. A segunda interpretação, em sua opinião a mais provável, é
que os furos teriam a função de drenar os sucos de decomposição. Enfim, Goeldi
propunha que eventualmente, um líquido qualquer teria sido introduzido
intencionalmente na urna para fluir através dessas perfurações.
E se
procurarmos uma interpretação fora do prático e do concreto ? E se a
função desses furos teve outros significados na esfera do simbólico ?
Estampa II in Goeldi, 1905
REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA
GOELDI,
Emílio, 1905 – Excavações archeologicas
em 1895. 1 parte : As cavernas funerarias artificiaes dos Indios hoje
extinctos no Rio Cunany (Goanany) e sua ceramica, Memorias do Museu
Paraense de Historia Natural e Ethnographia, Belém. 49pp.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Análise lítica é tema do II Seminário Interno do Laboratório de Arqueologia Peter Hilbert
Nesta última quarta-feira, a equipe do Laboratório de Arqueologia Peter Hilbert (Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA) reuniu-se para dar continuidade ao ciclo de Seminários Internos, que visam ampliar o diálogo entre os colaboradores e ampliar a partilha de conhecimento. Desta vez, o palestrante foi o arqueólogo Kleber de Oliveira Souza, que defendeu recentemente sua dissertação de mestrado no programa de pós-graduação em antropologia da UFPA (PPGA-UFPA).
Com o título de "Pessoas transformando lugares e reconfigurando a paisagem: a ocupação humana em dois sítios pré-históricos, em área de terra firma na floresta equatorial do Estado do Amapá, a partir da análise das peças líticas", Kleber apresentou pela primeira vez no Amapá um resumo de sua dissertação. Para facilitar a compreensão sobre alguns termos técnicos da análise lítica, o palestrante fez uso de blocos de rocha e realizou algumas ações de lascamento em meio à apresentação, demonstrando um pouco da técnica de lascamento que pode observar nas coleções arqueológicas que analisou.
Arqueólogo Kleber de Oliveira Souza explica termos técnicos da análise lítica fazendo uso de blocos de rocha.
Diferentes ambientes em que são encontradas matérias-primas líticas na região do Amapari.
As coleções líticas analisadas são oriundas de sítios arqueológicos localizados no Município de Pedra Branca do Amapari, e foram resgatadas durante um projeto de arqueologia preventiva conduzido pelo Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA entre 2007 e 2009. Os estudos desenvolvidos por Kleber ampliam o conhecimento sobre este tipo de vestígio arqueológico, indicando que antigos povos indígenas que ocuparam esta região (desde 6000 mil anos atrás) fizeram uso de diferentes estratégias para aquisição de matérias-primas líticas e para seu uso na produção de instrumentos.
Apesar da conclusão do mestrado, Kleber salientou que a pesquisa tem continuidade, destacando alguns pontos que requerem futuros estudos, como as tecnologias de lascamento empregadas no passado. Por hora, o pesquisador está dedicado à análise de outras coleções oriundas do médio Rio Araguari, uma região mais próxima da costa do Estado do Amapá, e que devem permitir comparações com o material do Amapari.
segunda-feira, 10 de março de 2014
Primeira Chamada para Reunião da SAB Norte 2014
SOCIEDADE DE
ARQUEOLOGIA BRASILEIRA – REGIONAL NORTE
Primeira Circular
É com satisfação que anunciamos a II Reunião da SAB Norte
(Regional Norte da Sociedade de Arqueologia Brasileira), que será realizada na
cidade de Macapá/AP, no período de 25 a 30 de Agosto de 2014.
O evento terá como sede o Instituto de Pesquisas Científicas
e Tecnológicas do Estado do Amapá, utilizando o Auditório Waldomiro Gomes,
localizado na Av. Feliciano Coelho, 1509.
A estrutura do evento foi pensada de forma a criar espaços
para discussões em temas transversais, que promovam a integração de pesquisas
desenvolvidas a partir de múltiplas linhas de atuação. Com isso, espera-se
produzir um espaço de troca e de reflexão entre pesquisadores que usualmente
não partilham das mesmas mesas de apresentação, promovendo uma maior interação
entre profissionais de diferentes especialidades. Os temas gerais do evento
são:
·
Saberes e Tecnologia
·
Corpo e Identidades
·
Estruturas arqueológicas: do micro ao macro
·
Territorialidades e Fronteiras
·
Novas Práticas da Arqueologia Amazônica
Através desta Primeira Circular, convidamos os sócios da SAB
ao envio de propostas para Simpósios Temáticos. As propostas poderão ser
enviadas até 28 de Março, para o endereço eletrônico sabnorte2014@gmail.com.
Os requisitos para submissão de propostas são:
a) os sócios devem estar em dia com anuidades da Sociedade
de Arqueologia Brasileira;
b) cada sócio poderá ser o primeiro proponente de apenas UMA
proposta e primeiro autor de apenas UMA comunicação;
c) as propostas devem contemplar ao menos uma das linhas
temáticas apontadas acima;
As propostas devem
ser enviadas em arquivo de texto, com as seguintes informações:
·
Título da Proposta
·
Linhas Temáticas contempladas
·
Proponentes, com nome completo, email e
instituição (se for o caso). No caso de mais de um proponente, inclusive no
caso de Coletivos, deve ser indicada a pessoa que será o contato preferencial com
a Comissão.
·
Resumo, com até 300 palavras, contendo
objetivos e justificativa.
·
É sugerido que os proponentes convidem um
debatedor, que conduzirá a discussão ao final da sessão, indicando o nome na
proposta. No caso de propostas sem indicação de debatedor, caberá à Comissão
Científica indicá-lo.
A estrutura do
evento foi planejada para a apresentação de sete comunicações, de 25 minutos
cada, por Simpósio Temático. Os proponentes terão 15 minutos para fazer uma
introdução, e haverá ainda 50 minutos para o debate ao final da sessão. Os
tempos serão rigorosamente controlados,
a fim de garantir o bom andamento do evento.
As propostas serão
avaliadas pela Comissão Científica. Os aceites serão publicados até o dia 21 de
Abril de 2014.
Uma vez selecionada
a proposta, caberá aos proponentes fazer a seleção das comunicações que vão
compor cada Simpósio Temático, sugerindo – se for o caso – a inscrição em outra
modalidade (Comunicação Avulsa ou Pôster). Os proponentes de Simpósios devem, portanto,
estar cientes de prazos que deverão cumprir junto à Comissão Científica durante
a fase de inscrição de comunicações.
Informações mais
detalhadas sobre valores e prazos de inscrições serão divulgados na II
Circular.
Esperamos a todos
no meio do mundo!
Comissão
científica
Dra.
Cristiana Barreto (MAE/USP)
Dra.
Helena Lima (MPEG)
Dr.
Claide de Paula Moraes (UFOPA)
Dr.
Diogo Costa (PPGA/UFPA)
Msc.
João Darcy de Moura Saldanha (IEPA)
Msc.
Mariana Petry Cabral (IEPA)
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Laboratório de Arqueologia Peter Hilbert inicia rodada de Seminários Internos
A equipe do Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA reuniu-se esta manhã para a realização do I Seminário Interno do ano de 2014. Este tipo de seminário visa congregar os colaboradores do Núcleo, com a apresentação - a cada sessão - da pesquisa de um dos membros da equipe. Com isso, o trabalho de cada um é partilhado com os outros colegas, contribuindo para fortalecer o diálogo e criando um ambiente de debate, desde questões metodológicas até às interpretações realizadas.
Os Seminários Internos tem como objetivo incentivar a troca entre os colaboradores e ajudar no fortalecimento científico do grupo, com a partilha de experiências e conhecimentos.
Esta primeira sessão foi apresentada pelo Prof. Esp. Alan Silva Nazaré, e foi intitulada "Interpretações preliminares sobre o sítio Curiaú Mirim: Estudo de caso da cerâmica".
Com foco na análise cerâmica da coleção de um sítio arqueológico localizado na zona norte de Macapá (bairro Curiaú Mirim), Alan mostrou um excelente trabalho de descrição de um conjunto com mais de duzentas vasilhas. Este sítio, escavado pelo IEPA em 2011, apresentou um conjunto rico de estruturas arqueológicas, com deposições funerárias e outros arranjos. Um dos temas de pesquisa que Alan está desenvolvendo com este trabalho é a presença de cerâmicas com características de variadas fases arqueológicas, como Koriabo, Marajoara, Mazagão e Caviana. Contextos arqueológicos como este devem contribuir para entendermos melhor como diferentes grupos indígenas interagiram nesta região no passado mais remoto.
O próximo seminário será apresentado pelo pesquisador Msc. Kleber de Oliveira Souza, que vai apresentar resultados da sua pesquisa de mestrado, defendido em 2013 no PPGA/UFPA.
Os Seminários Internos tem como objetivo incentivar a troca entre os colaboradores e ajudar no fortalecimento científico do grupo, com a partilha de experiências e conhecimentos.
Esta primeira sessão foi apresentada pelo Prof. Esp. Alan Silva Nazaré, e foi intitulada "Interpretações preliminares sobre o sítio Curiaú Mirim: Estudo de caso da cerâmica".
![]() |
| Entre o material analisado por Alan, há urnas antropomorfas e vasilhas com variada decoração. |
O próximo seminário será apresentado pelo pesquisador Msc. Kleber de Oliveira Souza, que vai apresentar resultados da sua pesquisa de mestrado, defendido em 2013 no PPGA/UFPA.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Edital da SETEC/AP contempla três pesquisas do grupo de Arqueologia do IEPA
Com a publicação dos resultados da Chamada nº 05/2013, relacionada ao Programa Custeio Tese, financiado pela Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá, o grupo de Arqueologia do IEPA comemora a classificação de três pesquisadores.
Lucio Costa Leite, Daiane Pereira e Bruno Barreto foram selecionados, entre mais de 30 candidatos, para receberem auxílio financeiro para a realização de pesquisas vinculadas a seus projetos de pós-graduação. Os três jovens pesquisadores, atualmente discentes dos Cursos de Mestrado de Antropologia (UFPA) e de Arqueologia (UFS), desenvolvem estudos vinculados a projetos do Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA. Na chamada anterior do Programa Custeio Tese, a pesquisadora Mariana Cabral também foi contemplada.
Estes resultados demonstram o fortalecimento da pesquisa arqueológica no IEPA e o potencial deste setor de pesquisa no crescimento da Ciência & Tecnologia no Estado do Amapá.
Confira os projetos de arqueologia contemplados nesta chamada:
- Lucio Costa Leite - discente de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (UFPA) - Projeto: Pedaços de Pote, Bonecos de Barro e Encantados em Laranjal do Maracá, Mazagão: Perspectivas da Arqueologia Pública
- Daiane Pereira - discente de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia(UFS) - Projeto: Reserva Técnica Viva: Reflexões e Ações para a Socialização do Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA
- Bruno Barreto - discente de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia(UFS) - Projeto:A Pré-História Tardia no Sul do Amapá: Um Estudo dos Dois Sítios Arqueológicos da Fase Koriabo no Baixo Jari
Lucio Costa Leite, Daiane Pereira e Bruno Barreto foram selecionados, entre mais de 30 candidatos, para receberem auxílio financeiro para a realização de pesquisas vinculadas a seus projetos de pós-graduação. Os três jovens pesquisadores, atualmente discentes dos Cursos de Mestrado de Antropologia (UFPA) e de Arqueologia (UFS), desenvolvem estudos vinculados a projetos do Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA. Na chamada anterior do Programa Custeio Tese, a pesquisadora Mariana Cabral também foi contemplada.
Estes resultados demonstram o fortalecimento da pesquisa arqueológica no IEPA e o potencial deste setor de pesquisa no crescimento da Ciência & Tecnologia no Estado do Amapá.
Confira os projetos de arqueologia contemplados nesta chamada:
- Lucio Costa Leite - discente de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (UFPA) - Projeto: Pedaços de Pote, Bonecos de Barro e Encantados em Laranjal do Maracá, Mazagão: Perspectivas da Arqueologia Pública
- Daiane Pereira - discente de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia(UFS) - Projeto: Reserva Técnica Viva: Reflexões e Ações para a Socialização do Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA
- Bruno Barreto - discente de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia(UFS) - Projeto:A Pré-História Tardia no Sul do Amapá: Um Estudo dos Dois Sítios Arqueológicos da Fase Koriabo no Baixo Jari
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Arqueologia
em Calçoene
Acontece
nos dias 02, 03 e 04 de Outubro no Município de Calçoene/ Amapá o evento
“Arqueologia em Calçoene” que consiste em um dia de oficina e dois dias de
comunicações voltadas ao público de estudantes, professores e demais
interessados na questão do patrimônio arqueológico dessa Região do norte do
Amapá.
Com
apoio do Ministério da Cultura e Fundo Nacional de Cultura, o evento
“Arqueologia em Calçoene” debaterá, em conjunto com os participantes: o papel
social da Arqueologia, as formas de compartilhamento dos resultados das
pesquisas arqueológicas e os diálogos possíveis entre o público e as pesquisas,
com o foco na gestão em comum do patrimônio arqueológico de Calçoene.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Arqueologia de contrato em debate
Intercongresso do World Archaeological Congress
Desvelando a Arqueologia de Contrato
Porto Alegre (Brasil), junho 3-4, 2013.
Os arqueólogos criam produtos usados de múltiplas formas por públicos variados, porém, raramente é analisado o seu papel como produtor de mercadorias históricas e os usos destes produtos no contexto capitalista. Quais suas responsabilidades frente a esta produção? Os arqueólogos estão conscientes sobre sua cumplicidade com o mercado e a ordem capitalista? E caso estejam, como conciliam uma prática que demanda por justiça e responsabilidade, quando ao mesmo tempo trabalham com e para projetos capitalistas que passam por cima das demandas sociais? É possível praticar uma arqueologia da descolonização em Programas de Arqueologia de Contrato? A cumplicidade não reflexiva da maioria dos arqueólogos com a Arqueologia de Contrato tem criado um espaço público no qual as demandas do capitalismo por especialistas têm sido prontamente atendidas. Portanto, a relação ent re arqueologia e expansão capitalista aparece como um mero serviço técnico, munida de uma inocente instrumentalidade.
Este intercongresso da WAC, com o tema Desvelando a Arqueologia de Contrato, tem por objetivo analisar as condições sob as quais as relações entre arqueologia de contrato e mercado capitalista se desenvolvem, os princípios (se algum) que são colocados em jogo e os possíveis cenários onde tal cumplicidade pode ser revista e reconstruída através do engajamento crítico.
O evento ocorrerá nos dias 3 e 4 de junho de 2013 no auditório da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, situado na Avenida João Pessoa, nº 80, Porto Alegre, Rio Grande do Sul. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail desvelandoarqueologiaco ntrato@gmail.com (taxa única: R$ 30,00).
Programação:
03/06/2013
9:00-12:00 – Mesa Redonda: Arqueologia e Capitalismo: O Passado como Mercadoria?
Palestrantes:
Alejandro Haber (Universidad Nacional de Catamarca/CONICET, Argentina)
Nick Shepherd (University of Cape Town, África do Sul)
Yannis Hamilakis (University of Southampton, Inglaterra)
Debatedor: Cristóbal Gnecco (Universidad del Cauca, Colÿmbia. CNPq/UFRGS, Brasil)
14:00-17:00 – Mesa Redonda: Uma Visão Critica da Arqueologia de Contrato em Perspectiva Mundial
Palestrantes:
Jaime Almansa-Sanchéz (JAS Arqueología S.L.U., Espanha)
Ivana Carina Jofré (Universidad Nacional de Catamarca/CONICET, Argentina)
Roberto Stanchi (IPHAN, Brasil)
Debatedor: Alejandro Haber (Universidad Nacional de Catamarca, Argentina)
17:30-18:30 - Fórum de Discussão
Mediadora: Fabíola Silva (Universidade de São Paulo, Brasil)
04/06/2013
9:00-12:00 – Mesa Redonda: Arqueologia de Contrato no Brasil: Direitos Indígenas e Desenvolvimento Econÿmico
Palestrantes:
Jose Otávio Catafesto de Souza (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil)
Jorge Eremites de Oliveira (Universidade Federal de Pelotas, Brasil)
Loredana Ribeiro (Universidade Federal de Pelotas, Brasil)
Debatedor: Sergio Baptista da Silva (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil).
14:00-17:00 –
Mesa Redonda: Agendas para uma (Re)Ação frente o Capitalismo: Impacto Profissional, Educação Patrimonial e Respostas Locais
Palestrantes:
Marcia Bezerra (IPHAN, Brasil)
Fabíola Silva (Universidade de São Paulo, Brasil)
Andrés Zarankin (Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil)
Debatedora: Adriana Schmidt Dias (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil)
17:30-18:30 - Fórum de Discussão
Mediadora: Márcia Bezerra (IPHAN, Brasil)
Adriana Schmidt Dias
Departamento de História/Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS)
Campus do Vale - Av. Bento Gonçalves, 9500
Porto Alegre - CEP 91540-000
Rio Grande do Sul - Brasil
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Primeira exposição arqueológica no Museu Kuahí mostra peças do acervo do IEPA
Esta exposição, com curadoria do arqueólogo francês Dr. Gerald Migeon, foi elaborada em 2011 como parte das atividades de difusão sobre a construção da ponte binacional sobre o Rio Oiapoque. Com foco na arqueologia e na história, a exposição apresenta as ligações que sempre existiram entre as duas margens deste grande rio.
A exposição fica aberta até Dezembro de 2013. O endereço do Museu Kuahí é:
Av. Barão do Rio Branco, 160. Oiapoque – AP.
Telefone de contato: (96) 3521 3293.
sábado, 30 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
Seminário Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade
Ao longo de 11 meses, uma equipe de pesquisadores,
estudantes e moradores do bairro Igarapé da Fortaleza participaram de uma
pesquisa sobre a história do Forte Cumaú. Os resultados, que abarcam Arquitetura,
História, Educação, Arqueologia e Cultura, serão apresentados no Seminário
“Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade”, que vai acontecer no dia 26
de Março, no Auditório Waldomiro Gomes, do Museu Sacaca, em Macapá.
O Forte Cumaú é uma construção histórica, do período
colonial, construída por ingleses no século XVII, na foz do Igarapé da
Fortaleza, limite municipal entre Macapá e Santana. Seus vestígios resistiram
aos séculos de história e serviram de fonte para a primeira pesquisa
arqueológica sobre este forte.
O projeto geral, coordenado pelo IEPA, originou-se de
demandas da própria comunidade do bairro, que solicitou ao IPHAN e ao Ministério
Público ações para a valorização e proteção deste patrimônio
histórico-cultural. Através de licitação, o IPHAN contratou o IEPA para realização
das pesquisas, organizadas em quatro eixos: História, Arquitetura, Arqueologia
e Divulgação. As pesquisas foram desenvolvidas por uma equipe multidisciplinar,
liderada por pesquisadores de diferentes instituições públicas, como o próprio
IEPA, a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) e o Museu Paraense Emilio Goeldi
(MPEG).
No Seminário “Forte Cumaú: História, Arqueologia e
Comunidade” serão apresentados os resultados dos quatro eixos de pesquisa,
contribuindo para a difusão do conhecimento e para o envolvimento da sociedade
civil na valorização deste patrimônio histórico e cultural do Estado do Amapá.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas com
antecedência no endereço Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA, localizado na
Av. Feliciano Coelho, 1509. Informações pelo telefone: 3212 5342 ramal 238.
Programação:
Forte Cumaú:
História, Arqueologia e Comunidade
Data: 26 de Março de 2013, das 14h às 18h.
Local: Auditório Waldomiro Gomes do Museu Sacaca (Av.
Feliciano Coelho, 1509)
Seminário “Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade”
Programação:
14h: Abertura Oficial do Evento
Palestra 01: A história do Forte Cumaú – Dr. Augusto de
Oliveira (IEPA)
Palestra 02: O Forte Cumaú e sua preservação – Msc. Eloane
Cantuária (UNIFAP)
Palestra 03: O tombamento de bens arqueológicos – Sr. Djalma
Santiago (IPHAN)
16h: Coffe Break
Palestra 03: Arqueologia do Forte Cumaú – Dr. Fernando
Marques (MPEG)
Palestra 04: Memória e patrimônio: De quem é o Forte Cumaú?
– Msc. Mariana Cabral (IEPA)
Debate: Dr. Augusto de Oliveira (IEPA), Dr. Fernando Marques
(MPEG), Sr. Djalma Santiago (IPHAN-AP), Msc. Eloane Cantuária (UNIFAP), Msc.
João Darcy de Moura Saldanha (IEPA).
Incrições gratuitas no Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA ou no dia do evento, no próprio local.
Seminário Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade
Ao longo de 11 meses, uma equipe de pesquisadores,
estudantes e moradores do bairro Igarapé da Fortaleza participaram de uma
pesquisa sobre a história do Forte Cumaú. Os resultados, que abarcam Arquitetura,
História, Educação, Arqueologia e Cultura, serão apresentados no Seminário
“Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade”, que vai acontecer no dia 26
de Março, no Auditório Waldomiro Gomes, do Museu Sacaca, em Macapá.
O Forte Cumaú é uma construção histórica, do período
colonial, construída por ingleses no século XVII, na foz do Igarapé da
Fortaleza, limite municipal entre Macapá e Santana. Seus vestígios resistiram
aos séculos de história e serviram de fonte para a primeira pesquisa
arqueológica sobre este forte.
O projeto geral, coordenado pelo IEPA, originou-se de
demandas da própria comunidade do bairro, que solicitou ao IPHAN e ao Ministério
Público ações para a valorização e proteção deste patrimônio
histórico-cultural. Através de licitação, o IPHAN contratou o IEPA para realização
das pesquisas, organizadas em quatro eixos: História, Arquitetura, Arqueologia
e Divulgação. As pesquisas foram desenvolvidas por uma equipe multidisciplinar,
liderada por pesquisadores de diferentes instituições públicas, como o próprio
IEPA, a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) e o Museu Paraense Emilio Goeldi
(MPEG).
No Seminário “Forte Cumaú: História, Arqueologia e
Comunidade” serão apresentados os resultados dos quatro eixos de pesquisa,
contribuindo para a difusão do conhecimento e para o envolvimento da sociedade
civil na valorização deste patrimônio histórico e cultural do Estado do Amapá.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas com
antecedência no endereço Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA, localizado na
Av. Feliciano Coelho, 1509. Informações pelo telefone: 3212 5342 ramal 238.
Programação:
Forte Cumaú:
História, Arqueologia e Comunidade
Data: 26 de Março de 2013, das 14h às 18h.
Local: Auditório Waldomiro Gomes do Museu Sacaca (Av.
Feliciano Coelho, 1509)
Seminário “Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade”
Programação:
14h: Abertura Oficial do Evento
Palestra 01: A história do Forte Cumaú – Dr. Augusto de
Oliveira (IEPA)
Palestra 02: O Forte Cumaú e sua preservação – Msc. Eloane
Cantuária (UNIFAP)
Palestra 03: O tombamento de bens arqueológicos – Sr. Djalma
Santiago (IPHAN)
16h: Coffe Break
Palestra 03: Arqueologia do Forte Cumaú – Dr. Fernando
Marques (MPEG)
Palestra 04: Memória e patrimônio: De quem é o Forte Cumaú?
– Msc. Mariana Cabral (IEPA)
Debate: Dr. Augusto de Oliveira (IEPA), Dr. Fernando Marques
(MPEG), Sr. Djalma Santiago (IPHAN-AP), Msc. Eloane Cantuária (UNIFAP), Msc.
João Darcy de Moura Saldanha (IEPA).
Incrições gratuitas no Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA ou no dia do evento, no próprio local.
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