quinta-feira, 13 de março de 2014

Análise lítica é tema do II Seminário Interno do Laboratório de Arqueologia Peter Hilbert

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Nesta última quarta-feira, a equipe do Laboratório de Arqueologia Peter Hilbert (Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA) reuniu-se para dar continuidade ao ciclo de Seminários Internos, que visam ampliar o diálogo entre os colaboradores e ampliar a partilha de conhecimento. Desta vez, o palestrante foi o arqueólogo Kleber de Oliveira Souza, que defendeu recentemente sua dissertação de mestrado no programa de pós-graduação em antropologia da UFPA (PPGA-UFPA).
Com o título de "Pessoas transformando lugares e reconfigurando a paisagem: a ocupação humana em dois sítios pré-históricos, em área de terra firma na floresta equatorial do Estado do Amapá, a partir da análise das peças líticas", Kleber apresentou pela primeira vez no Amapá um resumo de sua dissertação. Para facilitar a compreensão sobre alguns termos técnicos da análise lítica, o palestrante fez uso de blocos de rocha e realizou algumas ações de lascamento em meio à apresentação, demonstrando um pouco da técnica de lascamento que pode observar nas coleções arqueológicas que analisou.







Arqueólogo Kleber de Oliveira Souza explica termos técnicos da análise lítica fazendo uso de blocos de rocha.







Diferentes ambientes em que são encontradas matérias-primas líticas na região do Amapari.
As coleções líticas analisadas são oriundas de sítios arqueológicos localizados no Município de Pedra Branca do Amapari, e foram resgatadas durante um projeto de arqueologia preventiva conduzido pelo Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA entre 2007 e 2009. Os estudos desenvolvidos por Kleber ampliam o conhecimento sobre este tipo de vestígio arqueológico, indicando que antigos povos indígenas que ocuparam esta região (desde 6000 mil anos atrás) fizeram uso de diferentes estratégias para aquisição de matérias-primas líticas e para seu uso na produção de instrumentos.
Apesar da conclusão do mestrado, Kleber salientou que a pesquisa tem continuidade, destacando alguns pontos que requerem futuros estudos, como as tecnologias de lascamento empregadas no passado. Por hora, o pesquisador está dedicado à análise de outras coleções oriundas do médio Rio Araguari, uma região mais próxima da costa do Estado do Amapá, e que devem permitir comparações com o material do Amapari.



segunda-feira, 10 de março de 2014

Primeira Chamada para Reunião da SAB Norte 2014

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SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA – REGIONAL NORTE


Primeira Circular

É com satisfação que anunciamos a II Reunião da SAB Norte (Regional Norte da Sociedade de Arqueologia Brasileira), que será realizada na cidade de Macapá/AP, no período de 25 a 30 de Agosto de 2014.
O evento terá como sede o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá, utilizando o Auditório Waldomiro Gomes, localizado na Av. Feliciano Coelho, 1509.
A estrutura do evento foi pensada de forma a criar espaços para discussões em temas transversais, que promovam a integração de pesquisas desenvolvidas a partir de múltiplas linhas de atuação. Com isso, espera-se produzir um espaço de troca e de reflexão entre pesquisadores que usualmente não partilham das mesmas mesas de apresentação, promovendo uma maior interação entre profissionais de diferentes especialidades. Os temas gerais do evento são:
·         Saberes e Tecnologia
·         Corpo e Identidades
·         Estruturas arqueológicas: do micro ao macro
·         Territorialidades e Fronteiras
·         Novas Práticas da Arqueologia Amazônica
Através desta Primeira Circular, convidamos os sócios da SAB ao envio de propostas para Simpósios Temáticos. As propostas poderão ser enviadas até 28 de Março, para o endereço eletrônico sabnorte2014@gmail.com.
Os requisitos para submissão de propostas são:
a) os sócios devem estar em dia com anuidades da Sociedade de Arqueologia Brasileira;
b) cada sócio poderá ser o primeiro proponente de apenas UMA proposta e primeiro autor de apenas UMA comunicação;
c) as propostas devem contemplar ao menos uma das linhas temáticas apontadas acima;
As propostas devem ser enviadas em arquivo de texto, com as seguintes informações:
·         Título da Proposta
·         Linhas Temáticas contempladas
·         Proponentes, com nome completo, email e instituição (se for o caso). No caso de mais de um proponente, inclusive no caso de Coletivos, deve ser indicada a pessoa que será o contato preferencial com a Comissão.
·         Resumo, com até 300 palavras, contendo objetivos e justificativa.
·         É sugerido que os proponentes convidem um debatedor, que conduzirá a discussão ao final da sessão, indicando o nome na proposta. No caso de propostas sem indicação de debatedor, caberá à Comissão Científica indicá-lo.
A estrutura do evento foi planejada para a apresentação de sete comunicações, de 25 minutos cada, por Simpósio Temático. Os proponentes terão 15 minutos para fazer uma introdução, e haverá ainda 50 minutos para o debate ao final da sessão. Os tempos serão rigorosamente controlados, a fim de garantir o bom andamento do evento.
As propostas serão avaliadas pela Comissão Científica. Os aceites serão publicados até o dia 21 de Abril de 2014.
Uma vez selecionada a proposta, caberá aos proponentes fazer a seleção das comunicações que vão compor cada Simpósio Temático, sugerindo – se for o caso – a inscrição em outra modalidade (Comunicação Avulsa ou Pôster). Os proponentes de Simpósios devem, portanto, estar cientes de prazos que deverão cumprir junto à Comissão Científica durante a fase de inscrição de comunicações. 

Informações mais detalhadas sobre valores e prazos de inscrições serão divulgados na II Circular.

Esperamos a todos no meio do mundo!


Comissão científica

Dra. Cristiana Barreto (MAE/USP)
Dra. Helena Lima (MPEG)
Dr. Claide de Paula Moraes (UFOPA)
Dr. Diogo Costa (PPGA/UFPA)
Msc. João Darcy de Moura Saldanha (IEPA)
Msc. Mariana Petry Cabral (IEPA)

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Laboratório de Arqueologia Peter Hilbert inicia rodada de Seminários Internos

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A equipe do Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA reuniu-se esta manhã para a realização do I Seminário Interno do ano de 2014. Este tipo de seminário visa congregar os colaboradores do Núcleo, com a apresentação - a cada sessão - da pesquisa de um dos membros da equipe. Com isso, o trabalho de cada um é partilhado com os outros colegas, contribuindo para fortalecer o diálogo e criando um ambiente de debate, desde questões metodológicas até às interpretações realizadas.
 
Os Seminários Internos tem como objetivo incentivar a troca entre os colaboradores e ajudar no fortalecimento científico do grupo, com a partilha de experiências e conhecimentos.
Esta primeira sessão foi apresentada pelo Prof. Esp. Alan Silva Nazaré, e foi intitulada "Interpretações preliminares sobre o sítio Curiaú Mirim: Estudo de caso da cerâmica".
Entre o material analisado por Alan, há urnas antropomorfas e vasilhas com variada decoração.
Com foco na análise cerâmica da coleção de um sítio arqueológico localizado na zona norte de Macapá (bairro Curiaú Mirim), Alan mostrou um excelente trabalho de descrição de um conjunto com mais de duzentas vasilhas. Este sítio, escavado pelo IEPA em 2011, apresentou um conjunto rico de estruturas arqueológicas, com deposições funerárias e outros arranjos. Um dos temas de pesquisa que Alan está desenvolvendo com este trabalho é a presença de cerâmicas com características de variadas fases arqueológicas, como Koriabo, Marajoara, Mazagão e Caviana. Contextos arqueológicos como este devem contribuir para entendermos melhor como diferentes grupos indígenas interagiram nesta região no passado mais remoto.
O próximo seminário será apresentado pelo pesquisador Msc. Kleber de Oliveira Souza, que vai apresentar resultados da sua pesquisa de mestrado, defendido em 2013 no PPGA/UFPA.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Edital da SETEC/AP contempla três pesquisas do grupo de Arqueologia do IEPA

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Com a publicação dos resultados da Chamada nº 05/2013, relacionada ao Programa Custeio Tese, financiado pela Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amapá, o grupo de Arqueologia do IEPA comemora a classificação de três pesquisadores.

Lucio Costa Leite, Daiane Pereira e Bruno Barreto foram selecionados, entre mais de 30 candidatos, para receberem auxílio financeiro para a realização de pesquisas vinculadas a seus projetos de pós-graduação. Os três jovens pesquisadores, atualmente discentes dos Cursos de Mestrado de Antropologia (UFPA) e de Arqueologia (UFS), desenvolvem estudos vinculados a projetos do Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA. Na chamada anterior do Programa Custeio Tese, a pesquisadora Mariana Cabral também foi contemplada.

Em novembro de 2010, a equipe de Arqueologia do IEPA realizou uma pequena mostra de peças arqueológicas na comunidade de Laranjal do Maracá, como parte de uma atividade de pesquisa demandada pelo IPHAN. Esta pesquisa instigou Lucio Costa Leite (de camiseta verde, no centro da foto) a iniciar o projeto contemplado no Edital da SETEC/AP.

Estes resultados demonstram o fortalecimento da pesquisa arqueológica no IEPA e o potencial deste setor de pesquisa no crescimento da Ciência & Tecnologia no Estado do Amapá.

Confira os projetos de arqueologia contemplados nesta chamada:
- Lucio Costa Leite - discente de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (UFPA) - Projeto: Pedaços de Pote, Bonecos de Barro e Encantados em Laranjal do Maracá, Mazagão: Perspectivas da Arqueologia Pública

- Daiane Pereira - discente de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia(UFS) - Projeto: Reserva Técnica Viva: Reflexões e Ações para a Socialização do Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA

- Bruno Barreto - discente de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia(UFS) - Projeto:A Pré-História Tardia no Sul do Amapá: Um Estudo dos Dois Sítios Arqueológicos da Fase Koriabo no Baixo Jari


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

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Arqueologia em Calçoene

Acontece nos dias 02, 03 e 04 de Outubro no Município de Calçoene/ Amapá o evento “Arqueologia em Calçoene” que consiste em um dia de oficina e dois dias de comunicações voltadas ao público de estudantes, professores e demais interessados na questão do patrimônio arqueológico dessa Região do norte do Amapá.
Com apoio do Ministério da Cultura e Fundo Nacional de Cultura, o evento “Arqueologia em Calçoene” debaterá, em conjunto com os participantes: o papel social da Arqueologia, as formas de compartilhamento dos resultados das pesquisas arqueológicas e os diálogos possíveis entre o público e as pesquisas, com o foco na gestão em comum do patrimônio arqueológico de Calçoene.


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Arqueologia de contrato em debate

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 Intercongresso do World Archaeological Congress
Desvelando a Arqueologia de Contrato
Porto Alegre (Brasil), junho 3-4, 2013.
Os arqueólogos criam produtos usados de múltiplas formas por públicos variados, porém, raramente é analisado o seu papel como produtor de mercadorias históricas e os usos destes produtos no contexto capitalista. Quais suas responsabilidades frente a esta produção? Os arqueólogos estão conscientes sobre sua cumplicidade com o mercado e a ordem capitalista? E caso estejam, como conciliam uma prática que demanda por justiça e responsabilidade, quando ao mesmo tempo trabalham com e para projetos capitalistas que passam por cima das demandas sociais? É possível praticar uma arqueologia da descolonização em Programas de Arqueologia de Contrato? A cumplicidade não reflexiva da maioria dos arqueólogos com a Arqueologia de Contrato tem criado um espaço público no qual as demandas do capitalismo por especialistas têm sido prontamente atendidas. Portanto, a relação ent re arqueologia e expansão capitalista aparece como um mero serviço técnico, munida de uma inocente instrumentalidade.
Este intercongresso da WAC, com o tema Desvelando a Arqueologia de Contrato, tem por objetivo analisar as condições sob as quais as relações entre arqueologia de contrato e mercado capitalista se desenvolvem, os princípios (se algum) que são colocados em jogo e os possíveis cenários onde tal cumplicidade pode ser revista e reconstruída através do engajamento crítico.
O evento ocorrerá nos dias 3 e 4 de junho de 2013 no auditório da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, situado na Avenida João Pessoa, nº 80, Porto Alegre, Rio Grande do Sul. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail desvelandoarqueologiacontrato@gmail.com (taxa única: R$ 30,00).
Programação:
03/06/2013
9:00-12:00 – Mesa RedondaArqueologia e Capitalismo: O Passado como Mercadoria?
Palestrantes:
Alejandro Haber (Universidad Nacional de Catamarca/CONICET, Argentina)
Nick Shepherd (University of Cape Town, África do Sul)
Yannis Hamilakis (University of Southampton, Inglaterra)
Debatedor: Cristóbal Gnecco (Universidad del Cauca, Colÿmbia. CNPq/UFRGS, Brasil)

14:00-17:00 – Mesa Redonda: Uma Visão Critica da Arqueologia de Contrato em Perspectiva Mundial
Palestrantes:
Jaime Almansa-Sanchéz (JAS Arqueología  S.L.U., Espanha)
Ivana Carina Jofré (Universidad Nacional de Catamarca/CONICET, Argentina)
Roberto Stanchi (IPHAN, Brasil)
Debatedor: Alejandro Haber (Universidad Nacional de Catamarca, Argentina)

17:30-18:30 - Fórum de Discussão
Mediadora: Fabíola Silva (Universidade de São Paulo, Brasil)

04/06/2013
9:00-12:00 – Mesa Redonda: Arqueologia de Contrato no Brasil: Direitos Indígenas e Desenvolvimento Econÿmico
Palestrantes:
Jose Otávio Catafesto de Souza (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil)
Jorge Eremites de Oliveira (Universidade Federal de Pelotas, Brasil)
Loredana Ribeiro (Universidade Federal de Pelotas, Brasil)
Debatedor: Sergio Baptista da Silva (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil).

14:00-17:00 –
Mesa Redonda: Agendas para uma (Re)Ação frente o Capitalismo: Impacto Profissional, Educação Patrimonial e Respostas Locais
Palestrantes:
Marcia Bezerra (IPHAN, Brasil)
Fabíola Silva (Universidade de São Paulo, Brasil)
Andrés Zarankin (Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil)

Debatedora: Adriana Schmidt Dias (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil)
17:30-18:30 - Fórum de Discussão
Mediadora: Márcia Bezerra (IPHAN, Brasil)

Adriana Schmidt Dias
Departamento de História/Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS)
Campus do Vale - Av. Bento Gonçalves, 9500
Porto Alegre - CEP 91540-000
Rio Grande do Sul - Brasil

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Primeira exposição arqueológica no Museu Kuahí mostra peças do acervo do IEPA

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Na última quarta-feira, dia 17, o Museu Kuahí - Museu dos Povos Indígenas do Oiapoque inaugurou sua primeira exposição arqueológica:  Uma Ponte sobre o Rio Oiapoque.
Esta exposição, com curadoria do arqueólogo francês Dr. Gerald Migeon, foi elaborada em 2011 como parte das atividades de difusão sobre a construção da ponte binacional sobre o Rio Oiapoque. Com foco na arqueologia e na história, a exposição apresenta as ligações que sempre existiram entre as duas margens deste grande rio.


A equipe do Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA, que mantém relações de cooperação científica com arqueólogos na Guiana Francesa desde 2007, realizou escavações arqueológicas no sítio da ponte binacional no lado brasileiro (em 2009, em parceria com A Lasca Consultoria, e em 2012 através de convênvio com a SETRAP). Para esta exposição, o Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA produziu os textos sobre arqueologia no Amapá, apresentando resultados das pesquisas realizadas entre Oiapoque e Macapá.
A exposição, que teve sua inauguração em Caiena em 2011, ganhou uma versão em português em 2012, que esteve aberta à visitação durante o mês de Maio de 2012 no Museu Sacaca, em Macapá. Desde lá, a equipe do Museu Kuahí mostrou-se interessada em receber a exposição, que agora finalmente é exposta na cidade do Oiapoque.
Através de articulações entre as equipes do Museu Kuahí, do Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA e do Iepé-Instituto de Pesquisa e Formação Indígena, "Uma Ponte sobre o Rio Oiapoque" é a primeira exposição arqueológica na casa, e faz parte das atividades do Abril Indígena. O acervo arqueológico do Museu Kuahí, formado por poucas peças oriundas do Kumene, foi complementado por seis peças arqueológicas que pertencem ao acervo do Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA. As peças representam um pouco da diversidade do patrimônio arqueológico presente entre Oiapoque e Macapá. 
A exposição fica aberta até Dezembro de 2013. O endereço do Museu Kuahí é:
Av. Barão do Rio Branco, 160. Oiapoque – AP.
Telefone de contato: (96) 3521 3293.


sábado, 30 de março de 2013

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O Núcleo de Arqueologia do IEPA, dando continuidade a uma política de tranparência e de diálogo com a comunidade, passou a ter as portas abertas também aos Sábados, no horário habitual.




        Venha visitar-nos, saber o que fazemos, conhecer um pouco da Arqueologia do Amapá!

quinta-feira, 21 de março de 2013

Seminário Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade

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Ao longo de 11 meses, uma equipe de pesquisadores, estudantes e moradores do bairro Igarapé da Fortaleza participaram de uma pesquisa sobre a história do Forte Cumaú. Os resultados, que abarcam Arquitetura, História, Educação, Arqueologia e Cultura, serão apresentados no Seminário “Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade”, que vai acontecer no dia 26 de Março, no Auditório Waldomiro Gomes, do Museu Sacaca, em Macapá.
O Forte Cumaú é uma construção histórica, do período colonial, construída por ingleses no século XVII, na foz do Igarapé da Fortaleza, limite municipal entre Macapá e Santana. Seus vestígios resistiram aos séculos de história e serviram de fonte para a primeira pesquisa arqueológica sobre este forte.
O projeto geral, coordenado pelo IEPA, originou-se de demandas da própria comunidade do bairro, que solicitou ao IPHAN e ao Ministério Público ações para a valorização e proteção deste patrimônio histórico-cultural. Através de licitação, o IPHAN contratou o IEPA para realização das pesquisas, organizadas em quatro eixos: História, Arquitetura, Arqueologia e Divulgação. As pesquisas foram desenvolvidas por uma equipe multidisciplinar, liderada por pesquisadores de diferentes instituições públicas, como o próprio IEPA, a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) e o Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG).
No Seminário “Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade” serão apresentados os resultados dos quatro eixos de pesquisa, contribuindo para a difusão do conhecimento e para o envolvimento da sociedade civil na valorização deste patrimônio histórico e cultural do Estado do Amapá.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas com antecedência no endereço Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA, localizado na Av. Feliciano Coelho, 1509. Informações pelo telefone: 3212 5342 ramal 238.
Programação:
Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade
Data: 26 de Março de 2013, das 14h às 18h.
Local: Auditório Waldomiro Gomes do Museu Sacaca (Av. Feliciano Coelho, 1509)
Seminário “Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade”
Programação:
14h: Abertura Oficial do Evento
Palestra 01: A história do Forte Cumaú – Dr. Augusto de Oliveira (IEPA)
Palestra 02: O Forte Cumaú e sua preservação – Msc. Eloane Cantuária (UNIFAP)
Palestra 03: O tombamento de bens arqueológicos – Sr. Djalma Santiago (IPHAN)
16h: Coffe Break
Palestra 03: Arqueologia do Forte Cumaú – Dr. Fernando Marques (MPEG)
Palestra 04: Memória e patrimônio: De quem é o Forte Cumaú? – Msc. Mariana Cabral (IEPA)
Debate: Dr. Augusto de Oliveira (IEPA), Dr. Fernando Marques (MPEG), Sr. Djalma Santiago (IPHAN-AP), Msc. Eloane Cantuária (UNIFAP), Msc. João Darcy de Moura Saldanha (IEPA). 
Incrições gratuitas no Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA ou no dia do evento, no próprio local.

Seminário Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade

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Ao longo de 11 meses, uma equipe de pesquisadores, estudantes e moradores do bairro Igarapé da Fortaleza participaram de uma pesquisa sobre a história do Forte Cumaú. Os resultados, que abarcam Arquitetura, História, Educação, Arqueologia e Cultura, serão apresentados no Seminário “Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade”, que vai acontecer no dia 26 de Março, no Auditório Waldomiro Gomes, do Museu Sacaca, em Macapá.

O Forte Cumaú é uma construção histórica, do período colonial, construída por ingleses no século XVII, na foz do Igarapé da Fortaleza, limite municipal entre Macapá e Santana. Seus vestígios resistiram aos séculos de história e serviram de fonte para a primeira pesquisa arqueológica sobre este forte.

O projeto geral, coordenado pelo IEPA, originou-se de demandas da própria comunidade do bairro, que solicitou ao IPHAN e ao Ministério Público ações para a valorização e proteção deste patrimônio histórico-cultural. Através de licitação, o IPHAN contratou o IEPA para realização das pesquisas, organizadas em quatro eixos: História, Arquitetura, Arqueologia e Divulgação. As pesquisas foram desenvolvidas por uma equipe multidisciplinar, liderada por pesquisadores de diferentes instituições públicas, como o próprio IEPA, a Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) e o Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG).

No Seminário “Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade” serão apresentados os resultados dos quatro eixos de pesquisa, contribuindo para a difusão do conhecimento e para o envolvimento da sociedade civil na valorização deste patrimônio histórico e cultural do Estado do Amapá.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas com antecedência no endereço Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA, localizado na Av. Feliciano Coelho, 1509. Informações pelo telefone: 3212 5342 ramal 238.


Programação:
Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade
Data: 26 de Março de 2013, das 14h às 18h.
Local: Auditório Waldomiro Gomes do Museu Sacaca (Av. Feliciano Coelho, 1509)
Seminário “Forte Cumaú: História, Arqueologia e Comunidade”

Programação:
14h: Abertura Oficial do Evento
Palestra 01: A história do Forte Cumaú – Dr. Augusto de Oliveira (IEPA)
Palestra 02: O Forte Cumaú e sua preservação – Msc. Eloane Cantuária (UNIFAP)
Palestra 03: O tombamento de bens arqueológicos – Sr. Djalma Santiago (IPHAN)
16h: Coffe Break
Palestra 03: Arqueologia do Forte Cumaú – Dr. Fernando Marques (MPEG)
Palestra 04: Memória e patrimônio: De quem é o Forte Cumaú? – Msc. Mariana Cabral (IEPA)
Debate: Dr. Augusto de Oliveira (IEPA), Dr. Fernando Marques (MPEG), Sr. Djalma Santiago (IPHAN-AP), Msc. Eloane Cantuária (UNIFAP), Msc. João Darcy de Moura Saldanha (IEPA). 

Incrições gratuitas no Núcleo de Pesquisa Arqueológica do IEPA ou no dia do evento, no próprio local.