sábado, 23 de fevereiro de 2013

1º Fest Cumaú: os alunos contam a história

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A turma da 6ª série da da E. E. Igarápé da Fortaleza ofertou um presente a quem participou  do 1°  Fest Cumaú! Os alunos, que haviam participado dias antes de uma palestra sobre arqueologia e a Fortificação situada no bairro Igarapé da Fortaleza, expuseram suas ideias sobre a história do Forte.
Eis aqui a turma 611 com sua concepção artística e histórica do Forte Cumaú em "Era uma vez o Forte Cumaú".






















Os alunos também fizeram um livro contando a história do Forte Cumaú. Olhem a imagem dele ao lado da representação da planta do Forte fabricado em argila:






A orientação dos alunos foi da professora Midiani Maciel. Parabéns à turma pela criatividade!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

1° Fest Cumaú: o patrimônio arqueológico em festa

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Passava das 11h:00m da manhã quando a equipe de produção do 1°Fest Cumaú concluiu os últimos acertos na quadra da Escola. E. Igarapé da Fortaleza. Alunos, professores, corpo Técnico da Escola, pesquisadores do Iepa, produtores culturais do Fora do Eixo, uniam esforços em organizar o local que pela tarde receberia o público para o grande acontecimento do bairro Igarapé da Fortaleza naquele dia 15 de fevereiro.
O clima foi de muita descontração! A festa era em favor da valorização do patrimônio arqueológico exemplificado pelas ruínas de uma edificação há muito conhecida por alguns moradores do bairro, o Forte Cumaú. A comemoração também foi pela riqueza da cultura e da história do local.




















Uma parte da quadra foi reservada para a exposição sobre o Forte Cumaú, sua história contada por documentos, pela arqueologia e pelas pessoas que frequentam ainda hoje as ruínas da Fortificação. Foram expostos também alguns artefatos localizados durantes a escavação arqueológica dos 12m², feita no mês de novembro do ano passado.





 O 1° Fest Cumaú também dialogou com outras manifestações da cultura local como dança e  música.


O grupo de dança Meninas do Igarapé, formado por alunas da Escola,  fez uma apresentação de marabaixo.







                                    Atração artística internacional ficou por conta da dupla Mandalabares, (Flor, Argentina e Jhonatan, Chileno), que apresentou um número de  circo.

  
O 1° Fest Cumaú promoveu a aproximação entre a pesquisa, escola e a comunidade. No evento houve espaço para compartilhar o conhecimento científico, por especialitas da área de história, arquitetura e arqueologia.




































Os alunos expuseram os trabalhos com suas percepções sobre o Forte, que incluiam um livro de confecção manual com histórias escritas e uma exposição com desenhos, ambos de autoria dos alunos, sobre a Fortificação.



Parte do evento foi voltada às oficinas ministradas à professores e alunos da Escola. Uma conduzida pelo Núcleo de Pesquisa Arqueológica/ Iepa (como trabalhar com o Forte Cumaú em sala de aula: perspectivas multidisciplinares), outras duas por oficineiros da equipe do Fora do Eixo/Ap (Fotografia e Grito Verde, Cineclube Chico Mendes).

 

































Os parceiros, realizadores e participantes:
O Instituto de Pesquisa e Formação Indígena- Iepé, um grande parceiro do 1° Fest Cumaú, contribuiu com uma diversidade de publicações do Instituto que compuseram  kits sorteados aos participantes do evento.




















O Fora do Eixo, que contribuiu na oferta de oficinas e equipamentos de som, na produção em geral, ainda atuou na cobertura colaborativa





Equipe do Iphan, realizador juntamente com o Iepa e E. E. Igarapé da Fortaleza, comemorou o evento.


A comunidade moradora do Bairro Igarapé da Fortaleza compareceu  à Festa mostrando a vontade de aproximação para com a arqueologia e a apropriação que possuem do patrimônio da localidade.



A Festa para o patrimônio foi também uma oportunidade de conhecer e se aproximar das pessoas que moram no Bairro Igarapé da Fortaleza, de entender como a arqueologia se insere  no cotidiano dessas pessoas e qual a atitude que possuem em relação ao patrimônio existente na comunidade. A maneira com que a arqueologia é apresentada ao público reflete na percepção e atitude que este possui sobre o patrimônio arqueológico local. O 1° Fest Cumaú rendeu uma aproximação positiva! E um potencial qualitativo como instrumento de ação social. Obrigada  Igarapé da Fortaleza, a comunidade está de parabéns!



Para saber mais sobre os parceiros do 1° Fest Cumaú:

Fora do Eixo:

Iepé:





quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

1º Fest Cumaú- preparativos

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Já está tudo pronto na Escola Estadual Igarapé da Fortaleza para o 1º Fest Cumaú: a quadra da Escola para receber alunos e comunidade, os convites entregues à moradores do Bairro, a exposição de peças arqueológicas e banners, os adesivos de souvenirs, os materiais para oficinas de fotografia e manufatura de cerâmica e as apresentações artísticas que compõe a programação. 
Também estão prontas as camisetas que serão usadas durante o evento, feitas pelas mãos habilidosas da professora Dora Figueiredo, coordenadora geral do projeto Fest Cumaú.

O 1º Fest Cumaú é uma celebração da história e da cultura do bairro Igarapé da Fortaleza (Santana/AP), e tem como tema a história do Forte Cumaú localizado naquele bairro.
O Forte Cumaú está em processo de pesquisa história e arqueológica pelo Iepa, estudo contratado pelo Iphan. O evento deste dia 15 de fevereiro, uma iniciativa da E. E. Igarapé da Fortaleza, Iphan e Iepa, será uma oportunidade de aproximar o público ao trabalho que está sendo feito no Forte e de fortalece-lo como parte do patrimônio local.



sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Laboratório Peter Hilbert de portas abertas ao público

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Hoje o Laboratório Peter Hilbert mais uma vez recebeu o público. Foi uma turma do curso de Geografia/2009 (Pafor/ Unifap), da disciplina Geografia Cultural conduzida pelo professor Alexandro Camargo, que esteve parte dessa tarde conosco.



Além de conhecerem o processo de trabalho do arqueólogo, os estudantes de Geografia também participaram de uma conversa com parte da equipe do Laboratório Peter Hilbert sobre as recentes pesquisas arqueológicas no Amapá.




 É a arqueologia em seu aspecto interdisciplinar e a difusão dos resultados das pesquisas: agradabilíssima essa tarde!


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

IPHAN, IEPA e E.E. Igarapé da Fortaleza realizam 1º Fest Cumaú

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No dia 15 de Fevereiro, na Escola Estadual Igarapé da Fortaleza, será realizado o 1º FEST CUMAÚ. Este é um evento que envolve música, dança, teatro, exposições, oficinas e palestras, e tem o objetivo de aproximar a escola e a comunidade, valorizando a cultura e a história local.
O FEST CUMAÚ tem como tema principal a história do forte que ainda existe no bairro, mas nem todos conhecem: o Forte Cumaú. Há alguns anos, moradores pediram ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) para que a área do Forte Cumaú fosse protegida. Em 2011, o IPHAN contratou o IEPA (Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá) para realizar a pesquisa sobre o Forte Cumaú.
A equipe do IEPA estudou documentos antigos, conversou com moradores do bairro, fez escavações arqueológicas e conseguiu juntar muitas informações e histórias sobre o Cumaú. Nesta edição do FEST CUMAÚ, a Escola Estadual Igarapé da Fortaleza, o IEPA e o IPHAN juntaram forças para contar para os moradores o que a pesquisa está descobrindo. Alunos, professores, moradores e pesquisadores vão mostrar seus trabalhos celebrando a riqueza da história e da cultura do bairro. Participe e faça parte desta história.

Organização: IEPA, IPHAN e Escola Estadual Igarapé da Fortaleza
Apoio: Casa Fora do Eixo Amapá

PROGRAMAÇÃO
14h: Abertura do Fest Cumaú
14h30: Grupo de Canto Equinócio – Alunos no Projeto Ponte para o Futuro
14h35: Poesia “Terra Cobiçada”, de José Belo Lobato
14h40: A história da construção do Forte Cumaú – Projeto de Pesquisa IEPA/IPHAN
14h55: Dança Regional – Grupo “Meninas do Igarapé”, Alunas do Projeto Ponte para o Futuro
15h: Qual a situação do Forte Cumaú hoje? – Projeto de Pesquisa IEPA/IPHAN
15h15: Documentário: História do Igarapé da Fortaleza, produzido sob orientação da Profª. Francisca
15h25: Arqueologia e patrimônio: Afinal, de quem é o Forte? – Projeto de Pesquisa IEPA/IPHAN
15h45: Grupo de Canto Equinócio
15h50: Leitura de Redação em homenagem ao Forte Cumaú, premiada nacionalmente
15h55: Dança Regional – Grupo “Meninas do Igarapé”
16h-17h30: Exposições e oficinas

Exposições:
1.       Cumaú: A Fortaleza do Igarapé. Apresenta peças arqueológicas encontradas nas escavações do Forte Cumaú e um panorama sobre sua história
2.       Projeto Ponte para o Futuro: apresenta a produção de biojóias e artesanato desenvolvidos por participantes do projeto

Oficinas:
1.       Oficina de cerâmica e grafismos arqueológicos: ministrada por Doraci Figueiredo e Arão Machado, com apoio de Deyse França (grafismos arqueológicos). Público: alunos e moradores.
2.       Como trabalhar com o Forte Cumaú em Sala de Aula: perspectivas multi-disciplinares: ministrada por Mariana Cabral. Público: professores de ensino fundamental e médio.
3.       Oficina de Fotografia: ministrada pela Casa Fora do Eixo Amapá. Público: alunos e moradores.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Homenagem do Google a Mary Leakey

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Hoje o site de buscas Google fez uma homenagem à Mary Leakey, que estaria fazendo 100 anos. Muito legal ver uma pesquisadora como ela representada no doodle de hoje. Além do reconhecimento por sua obra, é também uma homenagem à Arqueologia. Valeu Google!
Para saber mais sobre Mary Leakey:
Fundação Leakey: http://leakeyfoundation.org/

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

II Seminário do Curso de Especialização em Patrimônio Arqueológico da Amazônia

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Na próxima segunda-feira, dia 17 de Dezembro, ocorre o II Seminário do Curso de Especialização em Patrimônio Arqueológica da Amazônia, com a apresentação dos trabalhos de conclusão dos alunos que finalizaram o curso este ano.
O Curso de Especialização em Patrimônio Arqueológico da Amazônia teve início em 2010, como uma iniciativa inédita no Amapá para fortalecer a formação de jovens pesquisadores e a sensibilização de agentes locais para a valorização do patrimônio arqueológico. O Curso foi realizado pela UEAP com apoio do Ministério Público Estadual (PRODEMAC), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA).
Este Seminário faz parte dos requisitos para a obtenção do título de Especialista, incentivando a divulgação do conhecimento produzido através da apresentação pública dos trabalhos.
Neste II Seminário, são apresentados os trabalhos desenvolvidos por discentes, sob orientação de professores e pesquisadores de diferentes instituições.  São trabalhos inéditos, que versam sobre temas de conservação e difusão do conhecimento arqueológico, arqueologia histórica e novos levantamentos sobre o patrimônio arqueológico no Estado do Amapá.
O resultado são monografias voltadas ao patrimônio arqueológico do Amapá, com novas reflexões sobre a gestão, a difusão e a pesquisa arqueológica no Estado. 
Data: 17 de Dezembro de 2012
Local:  Auditório Central da UEAP
                Av. Presidente Vargas, nº 650
                Horário: 17h30min – 20h30min

ENTRADA FRANCA (Inscrições no local para atestados de participação)
Informações: 2101 0506 | 3212 53 44  r:238
Programação:
17h30min – Abertura
17h50min – Início
1)      Aneliza Smith Brito: “Paisagem cultural: da Fortaleza ao Araxá” | Orientadora Msc. Fátima Maria Andrade Pelaes (UNIFAP)
2)      Eloane de Jesus Ramos Cantuária: “Em busca da cidade colonial: um estudo de Arqueologia Urbana no centro comercial de Macapá” | Orientadora: Msc. Mariana Petry Cabral (IEPA)
3)      Anastácio da Silva Penha: “Caretas do Maracá- em que caminhos procurar?” | Orientador Dr. Edinaldo Pinheiro Nunes Filho (UNIFAP)
4)      Jeane Andrade Santana: “Os Desafios da Preservação e Conservação do Patrimônio Arqueológico: O Estudo de Caso do Sítio Histórico de Mazagão Velho” | Orientador: Dr. Flavio Silveira (UFPA)
5)      Larissa Ventura da Costa: “Fortaleza de São José de Macapá: Um itinerário inovador em valorização do patrimônio histórico e cultural” | Orientadora Msc. Mariana Petry Cabral (IEPA)