quinta-feira, 16 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Macapá e o megalitismo contemporâneo
A pedra está ali erguida na praça em frente a Igreja de São José desde os tempos em que o Amapá era Território Federal.
É um exemplar de manganês a pedra, inaugurada pelo então governador do Território do Amapá, general Ivanhoé Martins, nos fins dos anos 60. Olha ela aí, quando havia um ponto de táxi no local:
Hoje se chama Praça Veiga Cabral, a pracinha de frente a igreja. Local de muita movimentação. Nos tempos em que se chamava Praça São Sebastião foi nela que foi fundada a Vila de São José de Macapá.
Quanto a pedra? Os transeuntes podem vê-la entre um passar e outro pelo centro da cidade, na esquina do Teatro das Bacabeiras com Biblioteca Pública Estadual, no fervor do centro comercial da capital do Amapá.
Imagem antiga em: http://porta-retrato-ap.blogspot.com.br
quinta-feira, 12 de julho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Cenas Megalíticas
No Amapá, na parte norte do Estado, são conhecidos vários sítios arqueológicos com estruturas feitas de blocos de rochas. São os sítios megalíticos. Edificados em meio a mata ajudam a compreender o passado daquele lugar.
Existe uma grande diversidade quanto ao formato destas estruturas, elas podem ter uma disposição circular, linear, ou mesmo ter um formato irregular de arranjo no terreno.
Neste post imagens de alguns sítios megalíticos do norte do Amapá, onde podemos ver, além da diversidade de suas formas, um pouco como está hoje a paisagem que os envolve, cenários que juntando-se aos sítios fazem parte deles como paisagens também construídas. As fotos são anteriores a intervenções arqueológicas. São um primeiro olhar sobre os megalitos.
Abaixo duas vistas aéreas do sítio AP- CA-18, onde se vê o igarapé Rego Grande, a mata que o margeia e a colina onde foram colocados os megalitos.
Olhando mais de perto... alguns blocos do conjunto megalítico AP-CA-18, foto tirada antes das primeiras escavações.
Foi necessário grande esforço humano para a construção destes sítios, já que cada bloco de rocha, não fazendo parte da formação natural do solo no locais das construções, teve que ser levado até eles. As rochas podem ter sido retiradas dos afloramentos naturais que fazem parte da paisagem da região.
Algumas estruturas megalíticas já eram conhecidas dos moradores locais ou identificadas por pesquisadores anteriormente:
Alguns conjunto de blocos Sítio AP-CA-04, a esquerda foto quando de sua relocalização em 2007, a direita imagem do mesmos megalitos registrada pelo etnólogo Nimuendajú em 1920. Nele os megalitos estão dispostos em uma linha irregular com comprimento de cerca de 120 m onde observam-se conjuntos de blocos separadamente.
Este é um sítio que recebeu intervenção de não- arqueólogos . Passados alguns anos da ação dos curiosos, alguns materiais ainda estavam expostos sobre solo, evidentemente, já fora de seus contextos arqueológicos. Sítio AP-CA-04, com material cerâmico exposto em superfície.
O sítio AP-CA-03: José Antônio também foi identificado por Nimuendajú. Este sítio está alinhado por cerca de 100m de extensão. Em parte do alinhamento existem pequenos blocos de rochas postos em um formato quadrangular.
AP-CA-23: nele as rochas estão em sua maior parte deitadas sobre o solo , com poucas de pé. São um arranjo em formato quadrangular.
Sítio AP-CA-21, onde foi realizada uma pequena escavação sistemática no mês de maio/2012. É uma estrutura megalítica em formato de recinto circular. Na foto um tronco de árvore caído sobre um dos megalitos do conjunto.
Os conjunto rochosos do sítio AP-CA-30: Sete Ilhas estão localizados sobre uma colina em área cuja vegetação é de cerrado. Observe na esquerda ao fundo da imagem uma torre de linha de transmissão de eletricidade que impacta a paisagem do sítio. Os blocos que estão de pé chegam a medir 1m sobre o solo.
Outras cenas...
Megalitos em disposição circular contornando um tronco de árvore.
Fotos: Arquivos do Núcleo de Pesquisa Arqueológica/ Laboratório Peter Hilbert, IEPA.
domingo, 20 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Exposição “Uma ponte sobre o Oiapoque”

Cartaz brasileiro da Exposição "Uma Ponte sobre o Oiapoque".
Na abertura da exposição, no dia 17 de abril de 2012, às 18 e 30 hs, no auditório Waldemiro Gomes, Museu Sacaca, haverá palestra com o arqueólogo e curador da exposição Dr. Gerald Migeon, do Serviço Regional de Arqueologia da Guiana Francesa.
Local da exposição: Museu Sacaca, Macapá, Amapá
Período: de 17 de Abril a 13 de Maio
No próximo dia 17 de Abril, terça-feira, será inaugurada em Macapá a exposição “Uma ponte sobre o Oiapoque”. Esta exposição, financiada pela Direction des Affaires Culturelles (DAC) e a Direction de L´environnement et L´aménagement et du Logement (DEAL) da Guiana Francesa, e com curadoria do arqueólogo francês Dr. Gerald Migeon do Service régional de l´archéologie da Guiana Francesa, foi organizada em 2011, quando ficou exposta em Caiena
na sede da Prefeitura da Região, o centro político da Guiana Francesa.
A partir do dia 17 de Abril, ela ficará exposta no Museu Sacaca em Macapá, durante quatro semanas. A exposição se insere em um contexto histórico de relações entre duas regiões, dois países, dois Estados Nacionais. Às margens do rio Oiapoque, habitantes indígenas, europeus e africanos construíram suas moradas, vilas e cidades. Esta exposição conta esta história através de documentos antigos, desenhos e relatos de viajantes; além de pesquisas arqueológicas. Ao mostrar esta ocupação indígena antiga da região, “Uma ponte sobre o Oiapoque” oferece uma oportunidade de conhecer melhor a riqueza cultural dessa história de múltiplos atores.
As obras realizadas nas duas margens do rio revelaram sítios arqueológicos que foram pesquisados por equipes francesas e brasileiras. O Institut National de Recherches Archéologiques Préventives (INRAP) e o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA) disponibilizam nesta exposição alguns dos resultados das pesquisas realizadas, que identificaram aldeias indígenas dos século XI e XII contendo depósitos funerários. As peças cerâmicas ricamente elaboradas demonstram o vigor estético destes grupos.
Outras peças arqueológicas e etnográficas ajudam a montar este rico cenário cultural onde o rio Oiapoque é o protagonista. E para além das duas margens, o caminho entre Caiena e Macapá também é tema para contar uma história que inicia há mais de mil anos e alcança os dias de hoje.
Att,
João Saldanha
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Exposição Arqueológica "Uma Ponte sobre o Rio Oiapoque"

Cartaz francês da Exposição “Uma ponte sobre o Oiapoque”
Local da exposição: Museu Sacaca
Período: de 17 de Abril a 13 de Maio
No próximo dia 17 de Abril, terça-feira, será inaugurada em Macapá a exposição “Uma ponte sobre o Oiapoque”. A exposição se insere em um contexto histórico de relações entre duas regiões, dois países, dois Estados Nacionais. Às margens do rio Oiapoque, habitantes indígenas, europeus e africanos construíram suas moradas, vilas e cidades. Esta exposição conta esta história através de documentos antigos, desenhos e relatos de viajantes; além de pesquisas arqueológicas. Ao mostrar esta ocupação indígena antiga da região, “Uma ponte sobre o Oiapoque” oferece uma oportunidade de conhecer melhor a riqueza cultural dessa história de múltiplos atores.
As obras realizadas nas duas margens do rio revelaram sítios arqueológicos que foram pesquisados por equipes francesas e brasileiras. O Institut National de Recherches Archéologiques Préventives (INRAP) e o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA) disponibilizam nesta exposição alguns dos resultados das pesquisas realizadas, que identificaram aldeias indígenas dos século XI e XII contendo depósitos funerários. As peças cerâmicas ricamente elaboradas demonstram o vigor estético destes grupos.
Outras peças arqueológicas e etnográficas ajudam a montar este rico cenário cultural onde o rio Oiapoque é o protagonista. E para além das duas margens, o caminho entre Caiena e Macapá também é tema para contar uma história que inicia há mais de mil anos e alcança os dias de hoje.
Esta exposição, com curadoria do arqueólogo francês Dr. Gerald Migeon, foi organizada em 2011, quando ficou exposta em Caiena na sede da Prefeitura da Região, o centro político da Guiana Francesa. A partir do dia 17 de Abril, ela ficará exposta no Museu Sacaca em Macapá, durante quatro semanas.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Escavação simulada
O Museu Sacaca foi recentemente reinaugurado e entre as novidades em exposição está uma escavação arqueológica. A pequena escavação foi montada com a colaboração da equipe de arqueologia do Laboratório Peter Hilbert e nela o vistante pode ter uma ideia do dia-a-dia de trabalho em um sítio arqueológico.
O espaço de montagem de algumas quadrículas em processo de escavação manual encontra-se ao lado da representação de uma caverna da região de Maracá/AP.
A escavação exposta apresenta ao público alguns contextos arqueológicos já verificados em escavações por todo o Estado do Amapá, podendo ser observada a metodologia usada por arqueólogos em uma escavação sistemática.
Aqui um boneco representando um profissional de arqueologia em plena ação!
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Megalitos e Representação
Folder- Patrimônio Arqueológico de Macapá
Para o público geral uma breve apresentação da arqueologia da cidade de Macapá. Esse é um impresso que mostra um pouco sobre o Patrimônio Arqueológico encontrado na capital do Estado do Amapá e ainda responde questões frequentes como: qual o trabalho do arqueólogo e como funciona a legislação de proteção a vestígios arqueológicos. Segue a forma digitalizada:
Frente
Verso
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Seminário do Curso de Especialização em Patrimônio Arqueológico da Amazônia
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